Expedição Tailândia
A magia do festival das lanternas.
A partir de
R$ 22.300,00
por pessoa
Ou em até 8x de R$ 2.787,50 no cartão
11 vagas disponíveis
Informações
Ida
17
nov/2026
01:00
Volta
06
dez/2026
Sobre a Viagem
Esta não é uma viagem comum.
Não é uma sequência de hotéis, voos e pontos turísticos marcados no mapa.
Esta é uma expedição pensada para provocar, para tirar você do automático, para criar memórias que não cabem em poucas fotos no celular.
Começamos onde tudo parece exagerado: Dubai, uma cidade que desafia a lógica, mistura tradição e futurismo e já deixa claro, logo no primeiro dia, que essa jornada não vai passar despercebida. Seguimos para a Ásia e mergulhamos no caos fascinante de Bangkok, onde templos dourados convivem com ruas pulsantes, comida de rua impecável e uma energia que não desliga nunca.
Então, desaceleramos.
No Camboja, caminhamos por um templo engolido pela selva, onde raízes gigantes abraçam a pedra e o tempo parece ter parado. É ali que a viagem começa a mudar por dentro.
No norte da Tailândia, a experiência atinge outro nível. Chiang Mai nos recebe com espiritualidade, montanhas e silêncio — e, no auge da expedição, vivemos o Yi Peng 2026 em setor premium. Não como espectadores, mas como participantes de um ritual ancestral. Quando milhares de lanternas sobem ao céu ao mesmo tempo, o barulho some, o tempo para e a emoção é coletiva. Esse momento, sozinho, já justificaria a viagem inteira.
Depois, trocamos o silêncio pelo azul.
Falésias gigantes, mar quente, praias acessíveis apenas por barco, lagoas irreais. Railay Beach e Koh Phi Phi não são cenário de descanso passivo — são lugares para sentir o corpo relaxar e a mente finalmente desacelerar. Aqui, o luxo não está no excesso, mas no ritmo certo, na paisagem crua, no tempo bem vivido.
Voltamos a Bangkok diferentes. Mais atentos, mais leves, mais conscientes de tudo o que foi vivido. A última noite não é sobre correr atrás de algo novo, mas sobre celebrar o que já foi vivido — em uma cidade que sabe ser intensa até o último minuto.
Esta expedição foi desenhada para poucas pessoas, com logística inteligente, experiências bem escolhidas e um roteiro que respeita o ritmo humano. Não é para quem quer marcar destinos. É para quem quer sentir cada lugar.
Se você busca uma viagem transformadora, intensa, bem organizada e cheia de momentos que ficam para sempre,
essa expedição é para você.
Atrações
Atrações confirmadas
- City tour em Dubai
- Festival de Lanternas
- City tour com visitas à templos em Bangkok, Chiang Mai e Chiang Rai
- Passeio de long tail boat tour em Koh phi phi
- Santuário dos Elefantes
19
noites
Cafe da Manha
regime
Roteiro
1º dia — Terça-feira, 17/11
Chegada em Dubai
Dubai
Saindo do aeroporto e a gente já sente a escala da cidade no caminho pro hotel — avenida larga, prédio atrás de prédio, tudo grande. O primeiro dia é de pousar de verdade: check-in na acomodação, banho, e deixar o corpo entender o fuso. No fim da tarde a gente vai pra Downtown Dubai ver o Burj Khalifa de perto. Foto não prepara pra altura daquilo. Quando escurece, as fontes começam o show de água e luz, e a gente janta ali por perto com vista pro prédio. Dia tranquilo de propósito — o pesado vem depois.
2º dia — Quarta-feira, 18/11
Dia 2
Dubai
Começamos pelo bairro velho, Al Fahidi: ruas estreitas, casa de barro, a Dubai de antes do petróleo. Contraste total com a noite anterior. Depois a gente cruza o canal numa abra, aquele barquinho de madeira que os locais usam de transporte. Quem quiser adrenalina de verdade tem a opção de saltar de paraquedas sobre a Palm Jumeirah com a Skydive Dubai — quem não topar, fica livre a manhã. De tarde a gente vai pro deserto. Troca o carro por um 4x4, sobe e desce duna, e fica pro pôr do sol. Janta no acampamento, sob as estrelas, com o silêncio que a cidade não tem.
3º dia — Quinta-feira, 19/11
Dia 3
Bangkok
Manhã de voo. A gente sai do brilho organizado de Dubai e pousa em Bangkok à noite, que é o oposto: calor úmido grudando na pele, trânsito, buzina, vida acontecendo em cima de você. Largamos as malas e vamos direto pra Chinatown, a Yaowarat. Barraca soltando fumaça, wok batendo, mesa de plástico na calçada, neon piscando. A gente janta na rua mesmo, apontando pro que parece bom. É assim que a Tailândia se apresenta.
4º dia — Sexta-feira, 20/11
Dia 4
Bangkok
A gente sai do hotel às 7h, e tem motivo: às 10 o Grand Palace vira um forno e enche de excursão. Cedo, dá pra andar com calma pelo complexo. O Wat Phra Kaew é tanto ouro e detalhe que cansa a vista, no bom sentido. Seguimos pro Wat Pho ver o Buda reclinado deitado de ponta a ponta do salão. À tarde a gente atravessa o rio de barco pro Wat Arun, de preferência na hora que o sol baixa e a torre muda de cor. À noite, jantar na beira do Chao Phraya e, pra quem aguentar, um rooftop.
5º dia — Sábado, 21/11
Dia 5
Siem Reap
Voo curto pro Camboja, e o ritmo cai junto. Siem Reap é miúda, devagar, sem o estresse de Bangkok. A tarde é solta: a gente caminha pelo mercado, vê a vida local, toma alguma coisa. Não tem programa pesado de propósito — amanhã começa cedo e vale a pena estar descansado.
6º dia — Domingo, 22/11
Dia 6
Siem Reap
Entramos cedo no complexo de Angkor e vamos direto pro Ta Prohm — o templo que a selva tomou de volta. Raiz de árvore gigante escorrendo por cima da pedra, parede rachada por tronco, aquilo que você viu em filme e achou que era cenário. É real, e ainda tem gente subindo nas árvores pra foto. A gente anda devagar, porque vale parar e olhar. Almoço, descanso, e uma tarde mais leve depois.
7º dia — Segunda-feira, 23/11
Dia 7
Chiang Mai
Voltamos pra Tailândia, agora no norte. Chiang Mai recebe a gente com outro clima — mais fresco, mais calmo que tudo que veio antes. A gente caminha pela Old City, cercada de muralha antiga, entrando num templo ou outro, parando num café. À noite tem o Night Bazaar, que é a forma fácil e gostosa de pegar o jeito da cidade. Primeiro dia tranquilo aqui — amanhã é o grande.
8º dia — Terça-feira, 24/11
Dia 8
Chiang Mai - O grande dia
De manhã a gente visita Wat Phra Singh e Wat Chedi Luang sem pressa, mais pra começar o dia com calma do que pra cumprir tabela. À tarde todo mundo descansa, escolhe a roupa, guarda energia — a noite é longa. No fim do dia a gente vai pro setor premium do festival, que é organizado, sentado, com espaço (bem diferente da multidão solta lá fora). Aí escurece e começa. Primeiro umas poucas lanternas, depois muitas, depois o céu inteiro pontilhado de luz subindo. Tem o barulho da galera, tem fogo crepitando, tem gente tentando acender a sua e rindo quando dá errado. É festa, não é missa. Mas quando você para e olha pra cima, com aquilo tudo subindo ao mesmo tempo, é difícil não ficar bobo. Vídeo de celular não dá conta — ou você tava lá, ou só vai ouvir falar.
9º dia — Quarta-feira, 25/11
Dia 9
Chiang Mai
Saímos cedo de van pro norte, e a estrada já é parte do passeio: verde, vilarejo, montanha ao fundo. A parada principal é o Wat Rong Khun, o Templo Branco — todo branco espelhado, cheio de escultura estranha e detalhe que rende um tempo de observação. Não é templo antigo, é obra de um artista, e provoca de propósito. Depois do almoço a gente vai no Templo Azul, o Wat Rong Suea Ten, que é o oposto em cor e em sensação. Voltamos pra Chiang Mai no fim da tarde.
10º dia — Quinta-feira, 26/11
Dia 10
Chiang mai
Manhã no Patara Elephant Farm, um santuário que trabalha com bem-estar do animal — nada de show, nada de subir em cima. A gente conhece os elefantes de perto, ajuda a cuidar, aprende como eles vivem. À tarde, depois de um descanso, a gente sobe a montanha até o Doi Suthep, templo no alto com vista pra cidade. Chega na hora certa pro pôr do sol e pra ver Chiang Mai acendendo lá embaixo.
11º dia — Sexta-feira, 27/11/2026
Dia 11
Krabi
Voo pro sul, e a viagem vira de página. Pousa em Krabi, pega o barco pra Railay, e quando as falésias começam a aparecer no mar você entende que entrou em outra fase. Chega, faz check-in, e o resto da tarde é pé na areia mesmo. O som agora é água e vento. Janta na beira do mar com o sol caindo atrás da pedra.
12º dia — Sábado, 28/11
Dia 12
Krabi
Railay não tem estrada — só se chega de barco, e isso muda tudo. Você acorda sem buzina, sem moto, só o mar e aqueles paredões de pedra enormes fechando a praia. O dia não tem roteiro: banho de mar, sombra, livro, soneca. A gente caminha entre a Railay West e a praia da Phra Nang, que é das mais bonitas da região. De tarde os escaladores aparecem nas falésias e dá pra ficar olhando. Pôr do sol pinta a rocha de laranja, jantar na areia, e acabou o dia — do jeito certo.
13º dia — Domingo, 29/11
Dia 13
Koh Phi Phi
Barco de manhã pra Phi Phi, e a energia troca no caminho. Railay é silêncio; Phi Phi é movimento — ruela cheia, bar, restaurante, gente do mundo todo. A gente faz check-in e sai a pé pra pegar o jeito da ilha. No fim da tarde sobe no mirante (é uma subida que faz suar) pra ver a vista clássica das duas baías desenhando a ilha. À noite a coisa anima: luz, música, mais gente na rua. Outra vibe, e é bom ter as duas na viagem.
14º dia — Segunda-feira, 30/11
Dia 14
Koh Phi Phi - A praia
Sai cedo de barco, e cedo faz diferença: o mar tá calmo e a luz tá boa. A gente navega por Phi Phi Leh e chega na Pileh Lagoon, aquela lagoa de água verde-azul cercada de paredão de pedra. Para o barco, todo mundo cai na água, nada, boia, fica. Passa em mais alguns pontos do arquipélago no caminho. Volta no começo da tarde, cansado do bom cansaço, e a noite é tranquila. Foi dos dias mais bonitos — e olha que a régua já tava alta.
15º dia — Terça-feira, 01/12
Dia 15
Koh phi phi
Dia sem despertador. Phi Phi de manhã, antes do movimento, é outra ilha — praia vazia, barco indo e vindo devagar. Cada um faz o seu: entra na água cedo, caminha na areia, senta num café. A gente explora umas praias menores, volta pra vila no almoço, e o resto do dia é livre. Sem obrigação de fazer nada. À noite, jantar com vista pro mar e conversa solta. É o dia de viver a ilha em vez de só visitar.
16º dia — Quarta-feira, 02/12
Dia 16
Krabi
Despedida de Phi Phi de manhã, malas feitas sem correria. O barco de volta marca a virada: a agitação fica pra trás e Railay reaparece com seu silêncio. Check-in, e a tarde é livre de novo — caminhada entre as praias, mar calmo, pedra de perto. No fim do dia Railay entrega mais um pôr do sol daqueles, e o jantar é na beira do mar. Noite de fechamento, ritmo baixo.
17º dia — Quinta-feira, 03/12
Dia 17
Bangkok
Barco de manhã, último olhar pras falésias, e voo de volta pra Bangkok. A cidade agora não assusta mais — a gente já conhece o jogo. Check-in e passeio de barco pelo Chao Phraya, vendo Bangkok do rio, que é uma cidade diferente daquela do trânsito: templo, prédio, ponte iluminada, tudo passando devagar. À noite, jantar mais caprichado pra marcar a volta, e rooftop pra quem quiser.
18º dia — Sexta-feira, 04/12
Dia 18
Bangkok
Manhã em Talat Noi, um bairro que é a Bangkok sem maquiagem: rua estreita, oficina velha, fachada gasta, café escondido. A gente anda sem roteiro, vendo a vida acontecer — morador conversando, comércio abrindo. Almoço tranquilo, tarde de últimas compras e café sem pressa. À noite a gente vai pra Khao San Road, que é o caos animado de Bangkok — música, bar lotado, gente do mundo todo. Brinde de fechamento e volta tarde..
19º dia — Sábado, 05/12
dia 19
Bangkok
Dia de baixar a rotação. Sem compromisso de horário, a gente toma um café com calma vendo a cidade acordar. Passeio leve pela região do rio, num ângulo mais sossegado. O resto do dia é pra arrumar mala e aproveitar os últimos momentos. Não é dia de descobrir nada novo — é dia de deixar a viagem assentar. À noite, jantar cedo e confortável..
20º dia — Domingo, 06/12
Dia 20
Volta ao Brasil
O último dia começa cedo. O aeroporto não carrega pressa, carrega silêncio: malas fechadas, últimos olhares pela janela, a tentativa quase automática de guardar tudo na memória. No voo de volta, as cenas passam como um filme — o céu de lanternas em Chiang Mai, o branco absoluto do templo em Chiang Rai, as raízes engolindo pedra no Camboja, o mar cercado por falésias em Railay, o azul impossível de Phi Phi, o caos bom de Bangkok. Não voltamos só com fotos. Voltamos com referências novas, histórias para contar e a certeza de que isso não foi só uma viagem — foi uma experiência que marcou.
Informacoes de Voo
16/11/2026
Partida: 01:30
Chegada: 12:05
1 mala de 23 kg
06/12/2026
Partida: 02:30
Documentos Necessarios
Passaporte Certificado de vacina contra febre amarela
O que está incluso
- Seguro viagem AssistCard
- Ingressos para os templos
- Ingresso Vip para o Festival das lanternas (24/11/2026)
- 19 noites de acomodação em Hotel, em quartos duplos
- Tour para Chiang Rai
- Ingresso para o Patára - Santuário dos Elefantes
- Transfer em Van privativa quando necessário se deslocar de carro
- Passeio no tradicional Barco longtail Tailandes
- City tour em Dubai
Não incluso
- Passagem Aérea
- Alimentação que não esteja mencionada como includsa
- ingressos para atividades extras não mencionadas no roteiro
- Gorjetas ou despesas de frigobar
O que Levar
- Certificado de vacinação contra a febre amarela
Pontos de Embarque
Aeroporto de Guarulhos
Adulto
Passageiro adulto
R$ 22.300,00
Conheça o destino
A partir de
R$ 22.300,00
por pessoa
Ou em até 8x de R$ 2.787,50 no cartão
11 vagas disponíveis